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domingo, 16 de julho de 2017

SEMENTES DA MALEDICIENCIA

 

Conheço os seus passos,
os seus caminhos conheço,
o teu semear eu vi,
os frutos das más sementes colhi.


Hábil e inteligente,
tuas sementes camuflava,
ao vento as jogava,
da confiança em ti depositada abusava.


Aos poucos a camuflagem caiu,
para as vítimas de tua maledicência,
mas o canteiro de teu plantio,
por grande amor a ti não viu.


Egoísmo, ciúmes ou pequenez,
os três juntos talvez,
foram a razão de teu semear,
que hoje continua a regar.

Já não oro pelo canteiro,
por ti eu oro,
pois o teu mal é da alma,
que ver não permite teu ego.


É livre nosso plantio,
a colheita obrigatória,
por esta colheita pena de ti tenho,
peço a  Deus para ti misericórdia.



Luconi
16-07-17

6 comentários:

  1. Triste quando as sementes são mal escolhidas e depois a colheita chega de acordo...Linda e forte tua poesia! bjs praianos,chica

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  2. Plantemo o bem para colher vida e luz. Bom dia . Amei teus versos

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  3. Que poesia bonita e forte!
    Parabéns!

    É... a Vida tem leis sobre plantio e colheita.

    BJK
    JAN

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  4. Li e refleti em muitos que conheço, que semeiam tal semente, e não avaliam no mal que causam aos outros. Dignos de compaixão.
    Abraço.

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  5. É tão difícil construir uma boa reputação, e tão fácil perdê-la... basta uma palavra maldosa.

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  6. Assim acontece e quantos estragos são feitos na vida alheia. São pessoas que não medem as consequências do que falam.Sua poesia é muito expressiva. bjs

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